Economia

Plantações de laranjas no Espírito Santo estão em risco por causa da praga greening

O alerta é para a entrada e circulação de mudar de citrus no Espírito Santo, que podem vir com a bactéria da praga greening. Não há ocorrência da praga no estado, mas os produtores precisam ficar atentos.


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O Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf) declarou estado de alerta para a entrada e circulação de mudas de citrus no estado. Isso porque em Minas Gerais, estado vizinho, a bactéria causadora da praga greening, também conhecida como amarelão dos citrus, tem causado prejuízos nos laranjais.

O greening é a pior e mais destrutiva doença da citricultura. Originária na Ásia, foi identificada no Brasil pela primeira vez em 2004 e, desde então, tem causado destruição de pomares, e prejuízo aos produtores de laranja. De acordo com Ringo Batista de Souza, agrônomo do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado (Idaf), a doença é causada por uma bactéria que tem como vetor o inseto Diaphorina citri. O Greening possui uma fase assintomática que pode durar até 36 meses e a manifestação é um processo lento, é uma praga de difícil controle e se espalha muito rápido. Ela obstrui os vasos condutores de seiva, dificultando a nutrição da planta.



A bactéria bloqueia o fluxo da seiva das raízes, tronco e folhas. Por isso como resultado a planta apresenta folhas amareladas e frutos deformados, sem o mesmo componente nutricional de uma planta saudável. A doença foi identificada pela primeira vez em 1919, na China, e chegou ao Brasil em 2004, com registros em plantações paulistas. Atualmente, ela também foi detectada em regiões de Minas Gerais. Não há ocorrência de greening no Espírito Santo, mas os produtores precisam ficar atentos.


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