Economia

Preço da botija de gás fica 7% mais caro e pode chegar a R$ 100 em algumas cidades

O gás de cozinha já está 7% mais caro para os consumidores devido a um ajuste feito pelas distribuidoras do produto. A informação foi confirmada pelo presidente da Associação Brasileira dos Revendedores de GLP (Asmirg), Alexandre Borjaili na última quarta-feira (1º).

De acordo com Borjaili, o reajuste das distribuidoras teve como justificativa o dissídio da categoria e a inflação. O aumento médio por botijão foi de R$ 5,80. Outros R$ 0,30 também foram adicionados em alguns estados pelo reajuste do ICMS no mês passado.

Rumores no setor indicam ainda que a Petrobras deverá reajustar o preço do combustível, que acumula 38% de alta no ano. “E há um murmúrio de que a Petrobras vai aumentar também no início do mês”, disse Borjaili ao Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), que discorda do aumento das distribuidoras, considerando que o valor do produto já está muito alto.



O preço do gás de cozinha virou mais uma preocupação para o governo de Jair Bolsonaro, que demitiu o ex-presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, pelos ajustes sucessivos dos combustíveis, inclusive do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP).

Já o atual presidente da empresa, general Joaquim Silva e Luna, deixou de fazer reajustes mensais. O último aumento foi no início de julho, de 3,5%. De acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio do botijão de GLP de 13 Kg entre 22 e 28 de agosto era de R$ 93,65, sendo que em algumas localidades o produto chega a custar R$ 130,00. (fonte:Folha Vitória)

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