
O governador eleito do Espírito Santo, Lorenzo Pazolini (Republicanos), detalhou os planos para a gestão no Palácio Anchieta. Entre as prioridades, estão a continuidade de obras públicas, novos investimentos e o diálogo com os prefeitos do Estado. Pazolini venceu Ricardo Ferraço (MDB), no segundo turno deste domingo (25), com 52,17% dos votos, contra 47,83% do adversário.
Durante a entrevista após o resultado da eleição, o ex-prefeito de Vitória afirmou que pretende manter as iniciativas que apresentam bons resultados, mas também avaliar o que precisa ser revisto." Onde estiver bom, onde estiver dando certo, nós iremos manter. O que precisar ser aprimorado, reformulado, reconstruído, nós vamos dialogar e vamos pactuar com as instituições, com a sociedade civil organizada e com o cidadão capixaba", disse Pazolini
Pazolini afirmou que o compromisso será dar continuidade aos trabalhos, concluir as obras em andamento e pensar em novos projetos. Defendeu ainda a articulação com os prefeitos, os deputados estaduais e os vereadores. “As obras públicas pertencem ao povo capixaba, elas são feitas a partir do dinheiro dos nossos impostos, então todo mundo colabora”, garantiu.
Durante a entrevista, também destacou que a equipe de transição terá papel fundamental na preparação da nova gestão. Segundo Pazolini, o grupo deverá fazer um diagnóstico da situação do Estado e orientar as decisões a serem tomadas. Pazolini disse que o trabalho de planejamento começaria nesta semana, com a formação e a atuação da equipe de transição. Questionado sobre os nomes que pretende escolher, disse que o processo está apenas começando e destacou que a eleição terminou recentemente.
O governador eleito também afirmou que pretende dialogar com a Assembleia Legislativa e com a atual administração, além de contar com o apoio de técnicos durante o planejamento. Entre os objetivos citados por Pazolini estão a ampliação das políticas públicas, a redução das filas na saúde, o enfrentamento dos índices de violência e a redução dos casos de feminicídio.
"O principal é pensar agora, planejar, preparar, para nós podermos escolher os bons frutos do futuro e para o Espírito Santo melhorar em todas as regiões. Nós precisamos de algo mais isonômico, nós precisamos que todas as regiões do Estado sejam contempladas e que as melhorias cheguem para os 4 milhões e 100 mil capixabas."