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GREVE DA PM: Mais de 200 policiais do 2º Batalhão respondem processo disciplinar na corregedoria

Na foto, Militares do 2º Batalhão em forma, cerca de 200 policiais são acusados de descumprimento de ordem superior e apoiarem o movimento classificado como ” A Greve da PM”. (Foto: Ilustrativa)

Os reflexos do movimento caracterizado como ” A Greve da PM”, continuam refletindo na vida de policiais militares do Espírito Santo, depois de fatos que marcaram como as prisões do capitão Assunção e do soldado Nero, por exemplo; os reflexos chegam em batalhões do interior do Estado.

O movimento que ocasionou a paralisação da PM capixaba e resultou num caos da segurança  pública aconteceu há pouco mais de um ano, em fevereiro de 2017 e durou 22 dias , na época, mulheres e familiares dos policiais bloquearam as entradas e saídas de batalhões e companhias; a corregedoria da Polícia Militar indiciou mais de 200 policiais lotados no 2º Batalhão em Nova Venécia, no geral foram 1.151 policiais indiciados, processados e que podem ser até excluídos da corporação.

Os militares são acusados de transgressão disciplinar, ou seja, descumprimento de ordem superior para assumirem os serviços na rua após determinação judicial. Os Inquéritos Policiais Militares (IPMs) e Procedimentos Administrativos Disciplinares que apuram as circunstâncias do movimento paredista no âmbito do 2º Batalhão, que corresponde a 9 cidades da região Norte, encontram-se em fase de finalização pela Corregedoria da Polícia Militar que começou a ouvir depoimentos dos policiais envolvidos  e testemunhas.



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