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Vacinação para jovens acima de 18 anos em São Gabriel da Palha não atinge número esperado e sobram doses da coronavac

Aconteceu no último sábado (21), o “Dia D” para a vacinação de jovens com idade acima de 18 anos em São Gabriel da Palha, a Secretaria Municipal de Saúde realizou um mutirão com 80 profissionais de saúde e 8 pontos de vacinação, porém não foi atingido o número esperado de jovens vacinados. Dados divulgados pela Prefeitura aponta que 4.876 doses da vacina coronavac estavam disponíveis, e apenas 2.245 foram aplicadas; ou seja menos da metade, o que representa 46,4% das vacinas disponibilizadas pela Secretaria de Saúde.

O motivo baixa adesão dos jovens pela vacina é a escolha da marca da vacina, é o que explicou a enfermeira Maysa Krause, coordenadora de imunização da Secretaria de Saúde. “Terminamos o mutirão do Dia D com um número baixo de vacinados, tínhamos mais de 4 mil doses e a meta era que pelo menos 3 mil doses fossem aplicadas, mas não chegamos a esse número, isso porque as pessoas estavam escolhendo a marca da vacina abandonando as filas, isso é muito triste, acreditávamos que os jovens iriam em massa tomar a vacina e praticamente não iria sobrar, quando vemos pessoas escolhendo a marca da vacina lembramos que muitas pessoas que morreram tinham a esperança de tomar a vacina mas não deu tempo. Agora a vacina está disponível e as pessoas não se vacinam por querer escolher a marca, nós profissionais de saúde fomos os primeiros a serem vacinados e tomamos a coronavac, ela é eficaz sim”, destacou Maysa.

“Essa faixa etária acima de 18 anos é um grupo que circula mais, está em todos os lugares seja no trabalho, nas baladas, o importante lembrar que a melhor vacina é que foi aplicada no seu braço, se você está com a faixa etária para ser vacinado, compareça nas unidades de saúde, não fique sem a vacina pois nesse meio tempo em que você espera a vacina pode acontecer de contrair o covid-19, ser hospitalizado ou até mesmo vir a óbito. As pesquisas apontam que a vacina diminuiu o número de pessoas hospitalizadas (intubadas), por isso não importa a marca da vacina, a pessoa tem que ter consciência  de que a vacina salva vidas, quanto mais gente imunizada melhor”, completou a enfermeira.

 



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